Mostrando postagens com marcador Eu (claro). Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eu (claro). Mostrar todas as postagens

18 de jan. de 2011

MULHERES

Já tive mulheres
De todas as cores
De várias idades
De muitos amores
Com Vanessa até certo tempo fiquei
Prá Suêrda apenas um pouco me dei...
Já tive mulheres
Do tipo Camila
Do tipo Isabelle
Do tipo Varela
Fulana
Mylena
Bruna
Denise
Já tive Aureni
E até ...
Mulher Priscylla
E Anita
Mulher Laianne
De Amanda e de Clarissa
Mas nenhuma delas
Me fez tão feliz
Como Ina me faz...
Procurei
Em todas as mulheres
A felicidade
Mas eu não encontrei
e fiquei na vontade
Foi começando bem
Mas tudo teve um fim...
Ina é
A desrazão da minha vida
A minha hilaridade
Ina não é mentira
É a instigante verdade
É tudo o que um dia eu tentei fugir...

4 de dez. de 2010

Quero estar com você, sentindo o cheiro, querendo tocar nas mãos, na pernas, na alma. Quero estar bem perto, assim, daquele nosso jeito que parece que não estamos, mas sentimos. Quero as lições de casa, as lições de vida, os pedidos, os testes e todo o seu ar de profissionalismo. Quero ter certeza que você está pensando o mesmo que eu, querendo o mesmo que eu, e mesmo assim me acabar nas dúvidas. Quero a inocência da historinha do Canguru Peleco, dos cafunés, de roubar os lençóis, dos pés enganchados. Quero o café da manhã na casa da avó mais desejável do meu mundo, com sua leveza e sensualidade ao cozinhar. Quero saber miar, ajudar a cuidar dos animais, das plantas e caminhar no sol escaldante, até o supermercado. Quero os policiamentos de olhares, os impulsos, os silêncios. Quero todos os tudos e os também os nadas. Quero que você queira, e que eu saiba.

21 de out. de 2010

Para dentro, para dentro...

E quando eu estourar...

serão pedaços seus.

3 de set. de 2010

Sem título.

Passaram-se altivas horas. Horas crianças, necessitando de condutores para desenvolver-se. Minhas crianças magras, analfabetizadas... intocadas, pois eu de nada fui capaz. Não digo que já é tarde demais, nunca é! De tanto que pedi ao tempo para que fosse amigo, percebi que ele cochila em minhas mãos e que minhas palavras precisam de um alto fervor para despertá-lo e guiá-lo. Talvez , eu... eu estivesse esperando umas rédeas, uma terapia de choques funcionais, uma luz vinda de antepassados, ou até mesmo uma salvação. Porém, não virá! Não há! Já me encontro sozinha, sozinha em mim, sozinha em casa, atenta aos sons do silêncio, podendo ouvir o bater lento do meu coração que reage automaticamente as precisas tragadas que dou no cigarro, até o ranger de um armador em que balança a rede na casa vizinha. Estou sucumbindo por minhas precauções, receios... Estou enfraquecendo meus limites, tentando poupar aquela mulher de meu incomensurável e paradoxo íntimo, acontecendo como um castigo a ela, o ato de tentar poupá-la. Falhei! Falhei ao fingir poder recuar do seu amor. Falhei, ao frigidamente e gentilmente refletir sobre ela, toda a minha farpada impotência. Flexivelmente mudo-me, pois não tenho rumo, só o tranquilo e pesado dever de andar, e o signo que me afoga, e... o dizer infinito, que me devora: Sou irresistivelmente mais forte que eu.

A diferença

"Comigo você falará sua alma inteira, mesmo em silêncio. Eu falarei um dia minha alma inteira, e nós não nos esgotaremos, porque a alma é infinita. Além disso, temos dois corpos que os serão um prazer alegre, mudo e profundo." C. L.

Estou me foragindo de você
Não vou anular meu interno inalcançável
Ficarei a silêncios de misericordiosas distâncias de ti
e do teu fôlego de mim.

Um ato: Ir...
Um fato: Ficar!
Uma mentira: Fim.
Uma verdade: Não minto, mas...
o sensato é não acreditar em mim.


10 de ago. de 2010

Antes tarde...

Vai
Sinta
Agora (e)
Doa
Arda
Queime
Grite
Muda
Mude (não)
Chore
Surda (finja)
Arranhe
Cuide
Cure
Lembranças
Passados (em)
Atos
Vastos
Subtos
Colapsos
Futuro
Peça
Cobre
Promeça
Egos (meus)
Imaturos
Muros
Posse
Extensa (de)
Sonhos (seus) [nossos]
Dramática (ida)
Proteste
Grades
Flexa [nossa]
Fique
Lata
Caçe
Morda
Devore (me)
Fique
ME.


Saiba, o que já sabes. Não é preciso palavras, sou atos.
Sou a boca salivante que ima na tua. Sou o corpo tremendo colado no teu. Sou a cintura que encaixa em teus braços. Sou os seios rijos em tuas mãos. Sou a vagina explodindo em teus dedos. Sou silêncio, escuro, fim... daquele mundo. Sou GAME OVER.



26 de jul. de 2010

- Toca pra mim?



Fazia frio em nosso sofá, mas o frio que me embalava era 13 vezes maior que no resto da cidade. Era profundo. Ardia e trincava. Seus olhares que, na minha posição eu não via, mas sabia que timidamente me miravam. Penetravam. As canções que me invadiam. Violavam meus escudos. Desarmavam. A voz doce que pairava pela sala, sangrava no ar e coagulava no peito. Doía no silêncio da minha garganta. Doía no corpo inteiro. E pela porta, eu via o céu nublado. Cinza. Neblina... As bandeirinhas que agitavam-se entre os postes. Não existia a luz. Não haviam sombras. Eu enxergava. Respirava fundo, cinzas e medos. Chicoteava. Engolia à seco desavergonhadas lembranças. Reprimia. Desciam resistente e rasgando. Entalavam. De volta a sala, deitar bem perto de seus joelhos. O som do violão que, tal qual você (involuntariamente) que me fere e vigora. Fixa a metáfora. A simplicidade da fotografia nos códigos do escondido.

22 de jul. de 2010

HAHAHA!

Passei um mês inteiro decidindo se decidiria ou não, mas, um mês não foi suficiente.

Você vai dizer que eu tô inventando, pois minha aparência mostra-me capaz, mas é exatamente aí que mora a perspicaz ironia; Sou fraca, justamente por ser forte demais!

22 de jun. de 2010

Pouco a pouco você vai perceber...

- Alô? É, eeerm... sou eu! Hum, na verdade não sei ao certo o motivo desta ligação, eu só liguei e pronto, sem pensar, sem exitar, no impulso! É, no impulso, aquele mesmo impulso que te faz andar para lá e para cá pela casa, e de repente abrir a geladeira sem ter porquê, pois é, você sabe, foi assim. Então, mas já que estou ligando, poderia agora te falar diversas coisas que nunca pude falar, é, diversas! ou pelo menos, alguma delas. Porém, há um abismático problema nesse momento, é lidar com fato de que a qualquer instante fatal você pode desligar e aí, aí sabe se lá quando eu acumularei coragem suficiente pra te ligar novamente, e pior, quando você vai se dispor a me atender. Então, por favor, por favor ouça tudo que vou lhe dizer, então eu prometo... Não, eu não posso prometer!, mas, eu tentarei, tentarei com todas as forças, não mais por-me em seu caminho. Hum...
Aaah, está tudo tão bagunçado por aqui... Não, não, eu não estou falando da casa, essa por sinal está arrumadíssima, acho que adiquiri uma certa compulsão em mantê-la limpa e perfumada, tal qual você a deixava, para vê se te sinto ao fechar os olhos e respirar esse cheirinho de alvejante. Tá, tá bom, eu não quero ocupar muito do seu tempo, então... eu posso começar te pedindo desculpas? É, esse é o primeiro passo! (...)
Me desculpe por encostar minha mão na sua, por te transmitir de alguma forma estranhamente telepática, todas as minhas vontades, de uma maneira explosiva que fez com que elas também tornassem-se suas vontades. Me desculpe por meus olhos confusos, pelos segredos que guardei, pelos escudos. Me desculpe pelas flores que arranquei, que despetalei. Me desculpe pelos sorrisos largos, eu realmente não quis te sugar para dentro deles. Me desculpe pelos gigantes pensamentos na madrugada, não era minha intenção que eles fossem tão grandes a ponto de chegarem até você. Me desculpe por todas as vezes que eu senti vontade de dizer-lhe "Eu te amo!" e não disse. Me desculpe pelos meus joelhos, meus dedos, minha língua e tudo que eles te fazeram ouvir. Me desculpe pela música, pelos alertas que por minha culpa você não se preocupou. Me desculpe pelas palavras aconchegantes, pelas escorregadas, pela minha impotência emocional, pelos vazios, pelo inevitável veneno, pela queda. Me desculpe por mim, por todo esse meu eu que passou por aí e te arrastou para essa minha estrada de destruição. No entanto, essas desculpas não alteram o peso dos fatos, mas... Eu quero mesmo me desculpar por te ligar a essa hora, eu não tenho esse direito... Acontece que algo quase forçou-me a te ligar, forçou-me a te cientizar que hoje, somente hoje, eu percebi que me mudaria de mim para conseguir estar aí, ao seu lado, morando nesse eu que você projetou em você, de mim.

16 de abr. de 2010

Parabéns aos que superaram Jesus!

...Ressuscitando todos os dias após morrerem de amor.

Espero
que
também
não
inventem
um
livro
secular
que
aliene
as
pessoas
a segui-los.

12 de mar. de 2010

Sentimos muito! ...

- Porque o amor não tá com você?

- Talvez eu não o mereça ou ele esteja ocupado demais pra mim.

- Idem! Será que existem pessoas que vão morrer sozinhas?

- Acho que sou uma delas.

22 de fev. de 2010

Eu fui...

  • A sutileza humana é violenta e cala com desdém
Voltei a morar em mim, Sr. amor - Me engoli de volta.


Meu coração dói nos olhos, dói!

21 de fev. de 2010

Ei amor,

hoje o dia é cinza
estou de pijamas e sem maquiagem
hoje o dia é cinza, é NÊUTRO, é dia!


Vem me filtrar!

19 de fev. de 2010

Teoria número 2

As pessoas que mais me odiaram são as que mais me amam
As pessoas que mais foram são as que mais querem voltar
Ping-pong dos opostos!

8 de fev. de 2010

Foi bom esquecer por um tempo

a timidez de chegar primeiro, de dizer primeiro, de ligar primeiro...
Gira roda viva e eu acabei de lembrar.

2 de fev. de 2010

Com o céu branco

eu pude pintar minhas próprias chuvas.

Uma coisa verdadeira:

Bastam gotas para que se pinte involuntária uma tempestade...

em meu olhar!

29 de jan. de 2010

Alguém como eu não deveria se revelar assim!

Passei 7 horas com um humano cujo eu beijava, apertava, cheirava e mordia pra ter certeza que era real, e era apenas um humano como qualquer outro mas eu não quis deixa-lo, me doeu o peito afastar-me dele e não foi a dor masoquista da agulha no mamilo... Meus passos contrários aos dele pesavam toneladas de angústia e me correu a razão pensar em perde-lo. Perde-lo como tantos outros que vieram cheirando a "Para sempre!" e tão logo se foram como as flores que caem das árvores na minha calçada e vão rodopiando junto ao vento. Escorregaram por minhas pernas, por meus dedos, por meus olhos, escorregaram-me! Escorregaram pra mundos sem mim! Me sinto fraca, cansada, inconsequente carcaça de sentimentos. Passei os últimos minutos desse dia suplicando por um berro humano qualquer que me espantasse ao sorrir-me um "Eu te amo!"

27 de jan. de 2010

Isso é o primeiro passo de volta!

Estamos em dias tão quentes e penso como é incomodo se deixar pensar e pior é ainda quando eles vem sem permissão... E sei que eles não ligam avisando, nem batem palma, nem tocam campainha, entram de súbito, derrubam a porta, derrubam o precioso foco de resistência vitoriosa, derrubam-me! É quando o caso é tão inerente que vocês conseguem me entender sem eu própria saber do que estou falando. Ocasião cuja eu não me acompanho, e sim sou arrastada pelas línguas de mim mesma e por mim mesma!

11 de jan. de 2010

Achei um pedaço de mim!

- Você faz teatro, a vida é uma peça e você não está atuando.

- É incrível como gosto do que você fala...

- Somos a parte perdida uma da outra, do coração não achado.

- Vai prometer que daqui a algum não vai dizer que cansou de mim?

- No dia que cansar de você, cansarei de mim.
Se eu cansar de mim, pra quê eu vou viver?
E como eu amo viver, isso não vai acontecer!

- CARALHO!

28 de dez. de 2009

E eu posso

fazer o que bem ou mal entender,
este é o meu mundo, não muda! , estou presa a ele.